O mito do desenvolvimento econômico

O mito do desenvolvimento econ mico O mito do desenvolvimento econ mico foi escrito no in cio dos anos quando pela primeira vez se teve uma ideia aproximada das consequ ncias no plano ecol gico da planetariza o do sistema econ mic

  • Title: O mito do desenvolvimento econômico
  • Author: Celso Furtado
  • ISBN: 8521902131
  • Page: 414
  • Format: Paperback
  • O mito do desenvolvimento econ mico foi escrito no in cio dos anos 70, quando pela primeira vez se teve uma ideia aproximada das consequ ncias, no plano ecol gico, da planetariza o do sistema econ mico A permanecer no estilo atual de desenvolvimento, a press o sobre a base de recursos n o renov veis ser t o grande que, ou ocorrer uma cat strofe ecol gica ou se aprofundO mito do desenvolvimento econ mico foi escrito no in cio dos anos 70, quando pela primeira vez se teve uma ideia aproximada das consequ ncias, no plano ecol gico, da planetariza o do sistema econ mico A permanecer no estilo atual de desenvolvimento, a press o sobre a base de recursos n o renov veis ser t o grande que, ou ocorrer uma cat strofe ecol gica ou se aprofundar o processo da exclus o social, privando as grandes maiorias, particularmente nos pa ses de terceiro mundo, dos benef cios de um aut ntico desenvolvimento Esta seria, portanto, uma simples miragem A rela o de depend ncia das economias perif ricas com os pa ses centrais inviabiliza qualquer tipo de desenvolvimento para os primeiros, visto que essa rela o aumenta as disparidades entre esses dois grupos e entre ricos e pobres dentro dos pa ses subdesenvolvidos nesse sentido que o economista Celso Furtado o qualifica de mito.

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      414 Celso Furtado
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      Posted by:Celso Furtado
      Published :2020-09-27T02:32:51+00:00

    About " Celso Furtado "

  • Celso Furtado

    Oitavo ocupante da Cadeira 11 , eleito em 7 de agosto de 1997, em sucess o a Darcy Ribeiro e recebido pelo Acad mico Eduardo Portella em 31 de outubro de 1997.Filho de Maur cio de Medeiros Furtado, de fam lia de magistrados, e de Maria Alice Monteiro Furtado, de fam lia de propriet rios de terra Foi casado com a jornalista Rosa Freire d Aguiar.Estudos secund rios no Liceu Paraibano, em Jo o Pessoa, e no Gin sio Pernambucano, no Recife Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro 1944 , Doutor em Economia 1948 pela Universidade de Paris Sorbonne Estudos de p s gradua o na Universidade de Cambridge, Inglaterra 1957 , sendo Fellow do King s College Participou da For a Expedicion ria Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial T cnico de Administra o do Governo Brasileiro 1944 45 Economista da Funda o Get lio Vargas 1948 49 Como Diretor da Divis o de Desenvolvimento da CEPAL 1949 57 , contribuiu de forma decisiva, ao lado do economista argentino Ra l Prebish, para a formula o do enfoque estruturalista da realidade socioecon mica da Am rica Latina Diretor do Banco Nacional do Desenvolvimento Econ mico BNDE 1958 59 No Governo de Juscelino Kubitschek, elaborou o Plano de Desenvolvimento do Nordeste, que deu lugar cria o da SUDENE, rg o que dirigiu por cinco anos 1959 64 No Governo Jo o Goulart, foi o primeiro titular do Minist rio do Planejamento 1962 63 Com o golpe militar de 1964, teve seus direitos pol ticos cassados por dez anos, dedicando se ent o pesquisa e ao ensino da Economia do Desenvolvimento e da Economia da Am rica Latina em diversas universidades como as de Yale EUA, 1964 65 , Sorbonne Fran a, 1965 85 , American University EUA, 1972 , Cambridge C tedra Simon Bol var Inglaterra, 1973 74 , Columbia EUA, 1976 77 Com a redemocratiza o, foi embaixador do Brasil junto Comunidade Econ mica Europ ia 1985 86 , em Bruxelas, e Ministro da Cultura do Governo Sarney 1986 88 , quando elaborou a primeira legisla o de incentivos fiscais e fez a defesa da identidade cultural brasileira.

  • 844 Comments

  • Quando você começa a se perder na teoria, nada melhor que um choque de realidade. Poréns: a leitura é um pouco pesada e penso que faltou um pouco de coerência do autor quando afirma logo no começo da dificuldade de se traçar um cenário de longo prazo dada a escassez de conhecimento e de dados para traçar cenários de longo prazo para a economia, sendo que para questão ambiental ele afirma com todas as letras que haverá um colapso.


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